A liberdade de expressão

A liberdade de expressão

Os últimos acontecimentos em nosso país movimentou todo brasileiro a se manifestar em defesa ou contra a algum ponto de vista. Eu acho sensacional as pessoas em primeiro ter um ponto de vista e depois serem capazes de argumentar sobre ele.

Este blog é meu e nele eu falo muito sobre mim, confesso que ainda sou ponderada à cerca dos meus assuntos mais íntimos, afinal é um blog público. E sobre uma questão que divide tanto maiorias e minorias como é a política, não concluo que deixa de ser interessante, mas confesso que foge um pouco da temática do meu blog.

Entretanto, com tantos dizeres, frases inspiradoras, textos acalorados, bem escritos, mal escritos, conclusivos, inconclusivos, com tanta coerência, incoerentes, verdades, inverdades... que lemos internet mundo a fora, efeito de todo cenário político que vivemos, houve um que eu separei para replicar em meu blog.

Quando eu o recebi, veio com assinatura de um general (que eu particularmente não conheço) e faria questão de dar os devidos créditos ao general, mas não posso afirmar ser verdadeira a assinatura, então para precaver-me de citar erroneamente o nome do general, eu preferi ocultá-lo e manter apenas o texto na íntegra e fiel escrita.       

Liberdade para quê? Liberdade para quem?
Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?
Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e  hipócritas?
Falam de uma “noite” que durou 21 anos, enquanto fecham os olhos para a baderna, a roubalheira e o desmando que, à  luz do dia, já dura 26!
Fala-se muito em liberdade!
Liberdade que se vê de dentro de casa, por detrás das grades de segurança, de dentro de carros blindados e dos vidros  fumê!
Mas, afinal, o que se vê?
Vê-se tiroteios, incompetência, corrupção, quadrilhas e quadrilheiros, guerra de gangues e traficantes, Polícia Pacificadora, Exército nos morros, negociação com bandidos,  violência e muita hipocrisia.
Olhando mais adiante, enxergamos assaltos, estupros, pedófilos, professores desmoralizados, ameaçados e mortos, vemos  “bullying”, conivência e mentiras, vemos crianças que matam, crianças drogadas,  crianças famintas, crianças armadas, crianças arrastadas, crianças  assassinadas.
Da janela dos apartamentos e nas telas das televisões vemos arrastões, bloqueios de ruas e estradas, terras  invadidas, favelas atacadas, policiais bandidos e assaltos a mão armada.
Vivemos em uma terra sem lei, assistimos a massacres, chacinas e sequestros. Uma terra em que a família não é valor,  onde menores são explorados e violados por pais, parentes, amigos,  patrícios e estrangeiros.
Mas, afinal, onde é que nós vivemos?
Vivemos no país da impunidade onde o crime compensa e o criminoso é conhecido, reconhecido, recompensado,  indenizado e transformado em herói! Onde bandidos de todos os colarinhos fazem leis  para si, organizam “mensalões” e vendem sentenças!
Nesta terra, a propriedade alheia, a qualquer hora e em qualquer lugar, é tomada de seus donos, os bancos são assaltados e os caixas explodidos. É aqui, na terra da “liberdade”, que  encontramos a “cracolândia” e a “robauto”, “dominadas” e vigiadas pela  polícia!
Vivemos no país da censura velada, do “microondas”, dos toques de recolher, da lei do silêncio e da convivência  pacífica do contraventor com o homem da lei. País onde bandidos comandam o crime e  a vida de dentro das prisões, onde fazendas são invadidas, lavouras  destruídas e o gado dizimado, sem contar quando destroem pesquisas científicas  de anos, irrecuperáveis!
Mas, afinal, de quem é a liberdade que se vê?
Nossa, que somos prisioneiros do medo e reféns da impunidade ou da bandidagem organizada e institucionalizada que a  controla?
Afinal, aqueles da escuridão eram “anos de chumbo” ou anos de paz?
E estes em que vivemos, são anos de liberdade ou de compensação do crime, do desmando e da  desordem?
Quanta falsidade, quanta mentira, quanta canalhice ainda teremos que suportar, sentir e sofrer, até que a  indignação nos traga de volta a vergonha, a autoestima e a própria  dignidade?
Quando será que nós, homens e mulheres de bem, traremos de volta a nossa liberdade?

O texto não é meu, mas consegue retratar bem a minha liberdade de expressão e eu o trouxe para o blog pela razão de que quero e posso manifestar-me nesse oceano tão azul de opiniões nem que seja para ser um pinguinho dentro dele de tão patriota que somos, o blog e eu, eu e o blog...


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